São Paulo

Cirurgias ginecológicas

Consulta • Plano personalizado com acompanhamento • Procedimento

As cirurgias ginecológicas são intervenções realizadas em todo o sistema reprodutor feminino, ou seja, vulva, vagina, colo do útero, útero, trompas uterinas e ovários. Em geral, são recomendadas por uma médica ginecologista especializada após a avaliação cuidadosa do quadro da paciente. 

Pode ser reembolsável pelo seu plano de saúde

conheça a medicina do novo tempo
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As cirurgias ginecológicas são intervenções realizadas em todo o sistema reprodutor feminino, ou seja, vulva, vagina, colo do útero, útero, trompas uterinas e ovários. Em geral, são recomendadas por uma médica ginecologista especializada após a avaliação cuidadosa do quadro da paciente. 

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Cirurgias minimamente invasivas

Esse tipo de cirurgia permite o acesso à cavidade abdominal a partir de pequenos cortes (com cerca de 5 a 10 milímetros) ou por meio de orifícios fisiológicos (como a vagina).

Ela é realizada com o auxílio de ferramentas mecânicas, conectadas a uma fonte de energia. Ou seja: a médica manuseia uma microcâmera e vê as imagens por uma tela. Assim, ela tem uma visão mais detalhada do que está acontecendo no corpo e pode entregar resultados melhores em termos clínicos e cirúrgicos.

Neste procedimento, mediante anestesia, é inserida uma micro-câmera de alta definição através do colo do útero até chegar na cavidade do útero para avaliar e tratar quaisquer alterações restritas a essa região.

A principal vantagem deste método é que não se faz necessário realizar nenhum corte e nem pontos cirúrgicos. A recuperação pós-operatória também costuma ser muito favorável, e a maioria das pacientes podem receber alta hospitalar no mesmo dia da cirurgia.

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Também chamada de videolaparoscopia, é a cirurgia ginecológica minimamente invasiva mais comum, e pode ser recomendada para tratamentos de diferentes doenças, como endometriose, infertilidade, miomas, obstruções nas tubas uterinas e cistos no ovário.

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É uma das técnicas mais avançadas para o tratamento de doenças ginecológicas com indicação cirúrgica da atualidade. Trata-se de uma técnica minimamente invasiva feita com o auxílio do sistema da Vinci (robô), que oferece ainda mais precisão de destreza nos movimentos, melhor visualização das estruturas pela tecnologia 3D e finesse cirúrgica.

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Como funciona passo a passo

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Consulta

Vamos conversar sobre seu histórico de saúde, sintomas e preocupações para entendermos suas necessidades e então seguirmos para um diagnóstico assertivo.

Aqui você é muito mais do que útero, ovários, vulva e vagina, mas um ser humano completo, com história, rotina e afeto e acreditamos que o atendimento médico deve levar todas essas dimensões em consideração.

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Plano personalizado

Quem já foi diagnosticada com alguma doença ginecológica provavelmente já se perguntou: será que vou precisar de cirurgia?

Em muitos casos, a resposta é não: tratamentos clínicos, medicamentosos e o trabalho ao lado com uma equipe multidisciplinar podem ser eficazes para melhoria dos sintomas e da qualidade de vida.

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Procedimento

Por outro lado, há situações em que as cirurgias ginecológicas se tornam necessárias.

Se no seu caso a cirurgia for fundamental, realizamos o procedimentos conforme as indicações da nossa equipe médica, com acompanhamento em todas as etapas, em hospitais parceiros e com todo cuidado que você merece!


Conheça nossa equipe médica

Garantimos atendimento humanizado, com médicas especialistas, capacitadas e uma equipe de cuidados para te dar suporte ao longo da sua jornada. Tudo com acolhimento, comodidade e muita expertise!

Dra. Juliana Sperandio

CRM SP 164.184 | RQE 81.0541

Ginecologista especialista em Cirurgias Minimamente Invasivas.

Dra. Natalia Ramos

CRM SP 169.753 | RQE 85.112

Ginecologista especialista em Fertilidade.

Dra. Ana Flávia Alvarenga Hostalácio

CRM 180.810 | RQE 86.160

Ginecologista especialista em Fertilidade.

Dra. Caroline Ingold

CRM 190.554 | RQE 100.987

Ginecologista especialista em Fertilidade.


Minha experiência na Oya Care

Depoimentos reais de quem passou por uma consulta online com ginecologistas da Oya Care

depoiment
A equipe da Oya também me deu bastante apoio para resolver as burocracias do convênio! Foi super burocrático, cheio de idas e vindas para liberar a autorização, tudo que eu pedia, as meninas faziam, sempre me respondiam rápido. Pra mim isso foi muito bom porque é um cenário chato, muito pesado (...)

Beatriz Calil, 34 anos

depoiment
É outra vida pra mim. Foi uma vida antes, e uma vida depois [da cirurgia]. Os sangramentos melhoraram, já fiquei menstruada e foi normal. Estou me sentindo com mais energia, mais disposta, é uma sensação muito boa. (...) Confie nas médicas, principalmente a equipe da Oya, porque elas foram incríveis do começo ao fim. Muito atenciosas, muito competentes, tem um lado humano e feminino que me deu muita segurança. A Ju é maravilhosa, nota mil pra ela, recomendo de olhos fechados. Muito competente, uma mulher incrível.

Moana Kojin, 34 anos

Perguntas frequentes

A recomendação de cirurgia ginecológica só pode ser dada por uma ginecologista especialista em cirurgias. Depois de acompanhar o seu caso e tentar, se possível, tratamentos menos invasivos, ela saberá dizer exatamente quando é hora de partir para uma alternativa mais complexa, e quais são os benefícios dessa cirurgia para você.

Por exemplo: algumas pacientes com endometriose têm uma melhora significativa na qualidade de vida depois de passarem por uma cirurgia. Para quem lida com miomas, por exemplo, a cirurgia também pode ser uma forma de diminuir sintomas e recuperar o bem-estar. Já para quem foi diagnosticada com pólipos uterinos, a histeroscopia cirúrgica pode melhorar o sangramento e aumentar as chances de gestação espontânea.

De toda forma, porém,o caminho que leva à cirurgia nem sempre vai ser simples. Por isso, é fundamental contar com uma médica da sua confiança, para que vocês possam, juntas, entender o momento da doença e pesar os prós e contras de uma decisão como essa.

As cirurgias ginecológicas são intervenções realizadas em todo o sistema reprodutor feminino, ou seja, vulva, vagina, colo do útero, útero, trompas uterinas e ovários. Em geral, são recomendadas por uma médica ginecologista especializada após a avaliação cuidadosa do quadro da paciente.

Apesar de existirem diferentes tipos de cirurgia ginecológica, nem todas ligadas a questões de saúde, a minoria dos casos possui indicação de cirurgia. Para endometriose, por exemplo, estima-se que 10% a 30% das pacientes tenham indicação de operar ao longo da vida.

Outras doenças ginecológicas que podem ter indicação de cirurgia são miomas uterinos, pólipos do útero, cistos de ovário, gestação ectópica (fora do útero) e cânceres ginecológicos.

A cirurgia muitas vezes, é um ponto focal para o tratamento da paciente com endometriose. Justamente porque é o único tratamento que garante remoção das lesões de endometriose,e pode ser fundamental para melhoria dos sintomas da paciente, desde que bem indicada, realizada de maneira adequada e por equipes especializadas.

A qualidade da primeira cirurgia realizada é determinante para a melhoria dos sintomas da paciente, redução das chances de recidiva da doença e da necessidade de novas cirurgias futuras.

Primeiro ponto, e talvez mais importante: nem sempre é necessário retirar o útero na cirurgia para miomas.

Temos duas opções que devem ser consideradas em consulta com a sua ginecologista especialista: a miomectomia (retirada apenas do mioma) ou a histerectomia (retirada do útero, para aquelas pacientes que não desejam ter filhos ou com prole constituída).

A melhor decisão é aquela tomada após uma conversa ampla com sua ginecologista, envolvendo os riscos e benefícios das duas opções, além dos seus planos futuros, para assim decidirem, em conjunto, qual é a melhor opção para você, no SEU caso. 

O tratamento cirúrgico para pólipos é indicado em alguns casos específicos:

  • na presença de sintomas (como sangramento, infertilidade)
  • na presença de risco de malignidade
  • no caso de pacientes subférteis sem outros fatores associados, há melhora da fertilidade após retirada do pólipo em 43 a 80% dos casos.

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